Reino Unido proíbe a venda de filhotes de cães e gatos em petshops - Pet é pop
  • Reino Unido proíbe a venda de filhotes de cães e gatos em petshops

    O Parlamento britânico aprovou na segunda-feira, dia 13, uma lei que proíbe a venda de filhotes de cães e gatos em petshops ou por terceiros. Pela decisão, a partir de 6 de abril de 2020, apenas os criadores vão poder comercializar filhotes diretamente.

    A determinação recebeu o apelido de Lei de Lucy. Trata-se de homenagem a uma cachorra da raça cavalier king charles spaniel que morreu em 2016, após receber tratamento negligente em uma das chamadas fazendas de filhotes.

    Em sua conta no Twitter, a primeira-ministra britânica, Thereza May, comemorou. “Estou comprometida em fazer do Reino Unido o melhor lugar para a proteção e cuidado dos animais. A Lei Lucy vai dar um fim na prática bárbara de criar filhotes de cães e gatos longe de suas mães e assegurar que eles sejam vendidos no local onde nasceram”, escreveu ela.

    A nova lei exige também que a criação se dê em um ambiente seguro para os animais. Além da separação precoce, os legisladores procuram combater o contrabando de filhotes.

    O secretário do Ambiente do Reino Unido, Michael Gove, diz que a Lei Lucy vai propiciar aos pets “o melhor começo de vida possível”. Além de comprar diretamente dos criadores, os futuros donos continuam podendo adotar animais nos centros de resgate e recuperação.

    Royal Family

    A paixão por pets está entalhada no DNA dos britânicos, a começar pela rainha Elizabeth, louca por cães da raça corgi. Em seus 67 anos de reinado, possuiu mais de 30 deles. Depois da morte de Willow, em abril de 2018, ela decidiu não aumentar mais a matilha. Ela não quer morrer deixando algum dos seus amados cães para trás.

  • Back to top